• Em floração e frutificação
    Em floração e frutificação
Em floração e frutificação
Em floração e frutificação
Em floração e frutificação
Em floração e frutificação

Plantas
ÁrvoresAlbizia julibrissin Durazz. (invasora)


Nome vulgar:
albízia

Outros nomes:
acácia-de-constantinopla; albízia-de-constantinopla; árvore-da-seda; ébano-do-oriente; silk tree; pink silk tree

Família:
Fabaceae

Origem e distribuição:
Ásia (do Irão à China, Península Coreana, Japão e Tawain); introduzida noutras regiões do mundo, principalmente em zonas temperadas.

Presença na Universidade de Aveiro:
campus Santiago

Descrição:
Árvore de folha caduca, que pode atingir 13 m de altura e tem uma longevidade média de 30 anos. Tem copa aberta, elipsoidal, algo pendente; tronco com casca acinzentada, quase lisa. As folhas são alternas, compostas bipinuladas, com 5-12 pares de pínulas, cada uma com 20-30 pares de folíolos oblongos, arqueados, de ápice agudo; cor verde na página superior, esbranquiçada na página inferior, margens e página inferior lanuginosas (pelos irregularmente ondulados, macios, curtos).
As flores encontram-se reunidas em cachos na extremidade dos ramos; numerosos estames em forma de leque, longos (excedendo a corola em comprimento), branco-rosados. O fruto é uma vagem comprida (até cerca de 15 cm), achatada, com as extremidades afuniladas, e constrições entre cada semente, contêm 10-15 sementes; verde, castanha quando madura.

Floração:
junho-agosto

Frutificação:
setembro-outubro

Habitat e ecologia:
Zonas ribeirinhas, bosques e clareiras de florestas, em climas temperados. Espécie de crescimento rápido, tolera o frio e a seca, podendo surgir em zonas perturbadas. As flores são atrativas para abelhas, borboletas e algumas aves. Produz muitas sementes e regenera após corte ou dano. É classificada como invasora em Portugal, segundo o Decreto-Lei nº 92, de 2019. É também considerada invasora nalgumas regiões do sudeste dos EUA.

Usos:
Plantada como espécie ornamental, principalmente no sul da Europa. Tanto as flores como a casca têm propriedades medicinais, nomeadamente sedativas, carminativas e tónicas, ajudando a tratar insónias e irritabilidade, quando se toma em infusão. As flores também aliviam a indigestão, a dificuldade respiratória e a perda de memória. A casca tem ainda ações analgésica, diurética e cicatrizante, podendo ser aplicada externamente no tratamento de feridas e inchaços. Esta árvore tem partes comestíveis - as folhas jovens podem ser utilizadas como plantas aromáticas, e as flores podem ser cozinhadas como vegetais. As sementes não são comestíveis.